Notícia

01/11/2007 | Revista Raiz - Tesouro escondido - A volta da pintura popular à bienal

Tesouro escondido
A volta da pintura popular à bienal

Muitos são os motivos que afastaram a cultura e sobretudo a pintura popular dos chamados "salões nobres" de nossas artes visuais. Intelectuais, artistas, curadores e especialistas debatem o assunto.

Por Roberto Rugiero
Fotos Dmitri Rugiero

A última Bienal de SP recolocou em pauta a contemporaneidade da expressão popular, ao apresentar a obra do desenhista acreano Hélio Melo, ex-seringueiro, escolhido pela curadora Lisete Lagnado para rediscutir o conceito de centro e periferia. O que era periférico foi transferido, com muita propriedade, para o centro do debate. Nem todos perceberam a sutileza da proposta, mas foi um chute na canela dos que não dão um único passo sem consultar a meteorologia de Nova York. Ainda outro dia encontrei o presidente do conselho da Bienal, o empresário Julio Landmann e o cumprimentei pela ousadia da proposta, ouvindo dele a surpreendente sentença: "era a melhor coisa da Bienal".

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